
Se você achava que sua família era complicada porque dois primos não se falam desde 2008 por causa de um jogo de truco, prepare-se: a dinastia Kim está prestes a te fazer sentir orgulho da sua árvore genealógica.
Segundo relatos de especialistas e diplomatas que já viram mais reviravoltas do que roteiristas de série, a jovem Kim Ju Ae, de apenas 13 anos, estaria sendo treinada para assumir o comando da Coreia do Norte. Isso mesmo: enquanto adolescentes normais estão preocupados com provas, espinhas e playlists, ela estaria aprendendo a liderar um país inteiro. Adolescência é realmente uma experiência diferente para cada um.
Mas, como toda boa trama familiar, existe um detalhe saboroso: a possível rivalidade com a tia, Kim Yo Jong, que não só tem experiência política como também um apoio militar que faria qualquer general pensar duas vezes antes de contrariá-la. É praticamente a versão norte-coreana de “quem fica com a herança”, só que com mísseis balísticos no lugar de imóveis.

O ex-embaixador sul-coreano Ra Jong Yil afirmou que uma disputa pelo poder é bem provável. E, convenhamos, quando alguém descreve a política de um país como “provável luta pelo poder”, você sabe que o clima ali é mais tenso que reunião de condomínio.
A pergunta que fica é: quem leva essa coroa radioativa?
A adolescente prodígio treinada desde cedo para mandar em tudo?
Ou a tia experiente, que já circula pelos bastidores com a confiança de quem sabe exatamente onde estão todos os botões — inclusive os que ninguém deveria apertar?

Seja qual for o desfecho, uma coisa é certa: a sucessão na Coreia do Norte promete mais drama, suspense e reviravoltas do que muito seriado por aí. E nós, meros espectadores internacionais, seguimos assistindo de longe, torcendo para que essa novela não ganhe um episódio explosivo demais.






