
Um ator que participou de uma encenação da Paixão de Cristo entrou com uma ação judicial contra os organizadores do evento após alegar que foi agredido de verdade durante a apresentação. Segundo o processo, o artista interpretava um dos personagens responsáveis por agredir Jesus na dramatização, mas afirma que os golpes aplicados pelos colegas ultrapassaram os limites da atuação e resultaram em ferimentos reais.
O ator sustenta que não houve orientação adequada sobre segurança cênica e que a produção teria falhado em garantir que as cenas de violência fossem simuladas, como é padrão em espetáculos teatrais. Já os organizadores, de acordo com informações preliminares, afirmam que a apresentação segue roteiros tradicionais e que não houve intenção de causar danos.
O caso reacende discussões sobre segurança em produções culturais, especialmente em eventos comunitários que envolvem cenas de violência coreografada. A Justiça agora avaliará se houve negligência por parte da organização ou se o episódio se enquadra como um acidente dentro do contexto da encenação.
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Carlos Gouveia
💀Eu so queria a paz mundial, dinheiro na conta, 1M de seguidores e uma morena peituda😎 #sɪɴᴏᴘᴍᴛ
Um dentista de Palhoça, na Grande Florianópolis, passou a ser alvo de denúncia após realizar cirurgias gratuitas em pacientes de baixa renda. O profissional, conhecido pelo trabalho social no “Projeto Leozinho”, acabou acionado junto ao Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina (CRO-SC), levantando um debate delicado sobre os limites da profissão.
A denúncia, segundo o próprio cirurgião, não partiu de pacientes, mas de outros profissionais da área. Pelas normas da odontologia, procedimentos não podem ser oferecidos de forma totalmente gratuita, o que levou à intervenção do conselho. Como alternativa para continuar atendendo, ele passou a cobrar um valor simbólico de R$ 1 por procedimento.
Mesmo diante da polêmica, o projeto segue atendendo pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo casos graves que dificilmente teriam acesso ao tratamento. O episódio escancara um ponto que poucos discutem: quando a lei tenta organizar a profissão, mas acaba esbarrando em iniciativas que, na prática, salvam vidas.
O Brasileiro é incrível mesmo né?
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A repercussão em torno de uma declaração feita por uma candidata a emprego chamou a atenção nas redes sociais nos últimos dias.
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