HOMEM ABDUZIDO POR ETS ESCREVEU LIVRO COM PREVISÕES SOBRE A HUMANIDADE

Arthur Nogueira é uma pequena cidade nas proximidades de Campinas e Piracicaba, no interior do Estado de São Paulo. Tem pouco mais que 55 mil habitantes e muitas histórias sobre assombrações, seres de outros mundos e, agora, extraterrestres. Disputando espaços com as narrativas sobre lobisomens e sacis, os mais velhos divertem-se nos bares contando um caso envolvendo o avô de uma das suas habitantes mais famosas.

Foi a professora Gabriela Freire Trombetta Calheiros que levou a história do avô Samuel Freire para o interior paulista dentro de um bauzinho com recortes de jornais, manuscritos e outros documentos que a neta ainda tenta organizar para dar vida a um episódio incrível que o parente, em vida, sustentava ter vivido algumas décadas atrás.

Morando em Frutal (MG), Samuel Freire afirmava ter visitado um planeta chamado Argêoton em setembro de 1973. Trabalhando no transporte de funcionários rurais, Samuel passava frequentemente em um local com grande incidência de fenômenos estranhos, e em um desses dias teria sido levado para uma nave espacial, e com esta, para Argêoton.

Desaparecido por um semana, quando Samuel retornou, trancou-se em seu quarto e só saiu dali quanto terminou de escrever tudo o que lembrava sobre o povo que o acolhera na nave espacial e no estranho planeta. Alegando ter feito amizade com os seres espaciais, disse ter recebido deles a indicação de que avisasse os moradores da Terra para os eventos que viriam a acontecer.

O resultado do trabalho de Samuel foi um livro escrito à mão, com 568 páginas, muitos desenhos e profecias detalhadas, algumas, segundo a neta Gabriela Freire, tornadas realidade tal qual foram escritas.

Samuel descreveu os habitantes de Argêoton como seres com 1,65m de altura, com olhos azuis faiscantes e capacete com antenas. Logo ao embarcar na nave espacial, Samuel teria sido operado para que suas memórias não fossem perdidas na viagem de volta à Terra. Ainda segundo Samuel Freire, os alienígenas teriam pedido que ele não revelasse nada por um período de vinte anos, principalmente de algumas profecias entregues a ele pelos seres espaciais. Freire acatou.

Gabriela, que se mudou de sua cidade natal para Arthur Nogueira levando as lembranças e o livro manuscrito do avô, conta que a viagem espacial era uma obsessão do homem abduzido que chegou a fazer réplicas da nave com sucatas. Em 1993, morando em Poços de Caldas, o homem tornou pública a sua história.

Samuel Freire viria a morrer em 2008 e agora a neta luta para transformar, acreditando ou não, as histórias e escritos do avô em um livro propriamente dito. Em 1993, com a história tornada pública, ele chegou a pagar para que digitassem suas histórias e algumas cópias fossem distribuídas para a população gratuitamente, mas nunca o material encontrou impressão em larga escala.

Entre as profecias, a de o Brasil sediaria um grande evento internacional de ecologia em 1992, a ECO92. Embora os fatos narrados por Samuel Freire não tenham se passado em Arthur Nogueira, é lá que estão sendo eternizados nas conversas entre quem busca sempre uma boa conversa.

Fonte: Brasil Drummond

Kauzz

Sou blogueiro, twiteiro, vlogueiro, youtuber, biólogo, social media e podcaster. Vivo buscando conhecimento e informação nesse mundo caótico, ao lado da minha morena.

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