Idoso cai no chuveiro e fica 16 horas no chão: o gato salva-o levando-lhe o celular

Sempre que o seu telemóvel toca, o veterano do exército Ron Williams, de Sturgis, Michigan, diz “ring-a-ding, Fluffy, ring-a-ding!” ao seu gatinho.

No entanto, ele não achava que o pequeno Fluffy realmente entendesse o que ele estava a dizer – isto até sofrer uma grande queda na banheira e precisar da ajuda dele.

Desesperado, Ron gritou: “Ring-a-ding, Fluffy! És a minha única esperança”, e para seu espanto o gatinho correu em seu socorro. Agora, o idoso e o seu gatinho estão mais inseparáveis que nunca.

Ron, que completa 85 anos no final deste ano, adotou o adorado gatinho por se sentir um pouco solitário e acabou mesmo por encontrar um companheiro para a vida.

Segundo o idoso, afeiçoaram-se um ao outro de imediato. “Eu olhei para ele e simplesmente apaixonei-me”, lembra.

Embora ele não usasse voz de bebé como muitos donos fazem, Ron fala com Fluffy o tempo todo. Até brincava com o gato quando recebia chamadas telefónicas, dizendo “ring-a-ding, Fluffy, ring-a-ding!”.

Quando Ron escorregou e caiu na banheira, não conseguia mexer-se. Como usa um andarilho para se movimentar, era quase impossível levantar-se naquela situação.

Sempre que o seu telemóvel toca, o veterano do exército Ron Williams, de Sturgis, Michigan, diz “ring-a-ding, Fluffy, ring-a-ding!” ao seu gatinho.

No entanto, ele não achava que o pequeno Fluffy realmente entendesse o que ele estava a dizer – isto até sofrer uma grande queda na banheira e precisar da ajuda dele.

Desesperado, Ron gritou: “Ring-a-ding, Fluffy! És a minha única esperança”, e para seu espanto o gatinho correu em seu socorro. Agora, o idoso e o seu gatinho estão mais inseparáveis que nunca.

Ron, que completa 85 anos no final deste ano, adotou o adorado gatinho por se sentir um pouco solitário e acabou mesmo por encontrar um companheiro para a vida.

Segundo o idoso, afeiçoaram-se um ao outro de imediato. “Eu olhei para ele e simplesmente apaixonei-me”, lembra.

Embora ele não usasse voz de bebé como muitos donos fazem, Ron fala com Fluffy o tempo todo. Até brincava com o gato quando recebia chamadas telefónicas, dizendo “ring-a-ding, Fluffy, ring-a-ding!”.

Quando Ron escorregou e caiu na banheira, não conseguia mexer-se. Como usa um andarilho para se movimentar, era quase impossível levantar-se naquela situação.

No total, o veterano passou 16 horas no chão. “O meu braço estava preso debaixo de mim. E as horas iam passando”, conta.

O terrível acidente aconteceu às 8 da manhã e ele ficou deitado em agonia até por volta da meia-noite. A porta principal estava fechada e o seu dispositivo de Alerta de Vida estava na outra sala.

No entanto, o seu telemóvel estava na casa de banho, mas no balcão, fora do seu alcance. Então, ele pensou em pedir ajuda a Fluffy, e nem mesmo cinco minutos depois sentiu algo bater na sua mão. Era Fluffy com o telemóvel de Ron, que pôde então ligar para o número de emergência e pedir ajuda.

“Estou aqui por causa dele. Se não fosse ele, estava morto”, disse, emocionado. Felizmente, Ron não sofreu ferimentos muito graves. Ficou com algumas dores, inchaços e hematomas, mas em comparação com o que podia ter acontecido, não é assim tão mau.

O veterano acredita que deve a sua vida a Fluffy. “Ele é o meu herói e sempre será. Ele nunca estará longe de mim, até ao dia que eu morrer”, concluiu Ron.

Fonte: Partilhado

Kauzz

Sou blogueiro, twiteiro, vlogueiro, youtuber, biólogo, social media e podcaster. Vivo buscando conhecimento e informação nesse mundo caótico, ao lado da minha morena.

Deixe um comentário